quarta-feira, 12 de agosto de 2026

AEROPORTO DE SALVADOR ULTRAPASSA OITO MILHÕES DE PASSAGEIROS EM 2025



 O Aeroporto de Salvador superou a marca de oito milhões de passageiros na última semana de 2025, consolidando a retomada do setor aéreo e ultrapassando em 4% o movimento registrado em 2019, último ano antes da pandemia de covid-19. O volume também representa um crescimento de 6% em relação a 2024, de acordo com dados da concessionária Salvador Bahia Airport.

O resultado positivo é impulsionado, principalmente, pela expansão do tráfego internacional. Entre janeiro e novembro, o número de passageiros em voos internacionais cresceu 28% na comparação com o mesmo período de 2024 e ficou 25% acima dos níveis registrados em 2019.

A ampliação da conectividade aérea internacional tem sido determinante para esse avanço. Salvador passou a contar com novas rotas para destinos da Europa, além de reforçar ligações com países da América do Sul, como Argentina e Uruguai.

Neste mês, a companhia aérea Flybondi iniciou operações na capital baiana, com voos diretos para Buenos Aires (Ezeiza). Além disso, Aerolíneas Argentinas, Gol Linhas Aéreas e SKY Airline já operam rotas diretas entre Salvador e cidades argentinas.

A malha internacional deve ganhar ainda mais força no início de janeiro, com o retorno da Copa Airlines. A companhia voltará a conectar Salvador à Cidade do Panamá, ampliando as opções de conexão para destinos da América Central, América do Norte e Caribe.

PRIMEIRO PRIMEIRO SHOPPING DO OESTE DA BAHIA AVANÇA PARA INAUGURAÇÃOHOPPING DO OESTE DA BAHIA

O Shopping Parque Oeste, que será o primeiro do oeste baiano, está em estágio avançado para ser inaugurado e já entrega espaços para os lojistas para a montagem das operações.

Para celebrar o momento foi realizada, na última semana, a ‘Festa da Cumeeira’, que reuniu empresários, investidores, autoridades e franqueadoras interessados no empreendimento. O encontro serviu como uma vitrine de oportunidades de negócios que o empreendimento oferece.

“Este é um importante passo que está sendo dado para o crescimento da nossa cidade. Um shopping une três coisas importantes para o município; o comércio, o lazer e a geração de empregos e renda. Parabéns a NIAD por essa iniciativa”, disse o prefeito de LEM, Júnior Marabá, uma das autoridades presentes no evento.

Shopping Parque Oeste

Com inauguração prevista para o final de 2026, o Shopping Parque Oeste já apresenta forte adesão do mercado, com aproximadamente 70% da Área Bruta Locável (ABL) já comercializada e a presença confirmada de grandes marcas nacionais e regionais, como: Renner, Riachuelo, Cineplex, Smart Fit, Vivo, O Boticário, Morana, Burger King, Spoleto, Giraffas, Bob´s, Divino Fogão, Milk Moo, Chiquinho Sorvetes, Racco e Ótica Karmél, entre outras.

Possibilidade

De acordo com Eduardo Borges, CEO da NIAD, “ainda há oportunidades para novas operações, especialmente de marcas nacionais, franquias e empreendedores locais que desejam fazer parte do primeiro shopping center da região Oeste da Bahia, ampliando a oferta de produtos, serviços, gastronomia e entretenimento para um mercado em plena expansão”.

Com investimento de R$ 120 milhões, o empreendimento está sendo construído em um terreno de 60 mil m² e contará com 13 mil m² e terá ampla praça de alimentação, dois restaurantes, 12 operações de fast food, cinema, duas lojas âncoras, três megalojas, mais de 60 lojas satélites, espaço para jogos eletrônicos e mais de 800 vagas de estacionamento.


Coluna do Papapá


 UMA CHAMA QUE PASSA DE MÃO EM MÃO 

                                         Jorge papapá


Conheci Godi no decorrer dos anos 70, quando Salvador parecia guardar dentro de si um trovão. Havia a cidade das ladeiras, dos casarões e do mar, mas havia também uma outra, subterrânea, feita de inquietação, música, teatro, artes plásticas e corpos que começavam a descobrir a força da própria voz.


Foi nesse território que encontrei Antonio Godi e Lia Spósito. Eles já militavam nas artes, criando brechas onde quase só havia paredes. Através do teatro, nossas trajetórias se cruzaram, e assim cheguei à montagem de Usura Corporation, do grupo Palmares Iñaron.


Carlos Pitta havia iniciado a direção musical, mas precisou se afastar. Godi e Lia então me convidaram para assumir essa função. Entrei pela música, mas logo percebi que aquela música já estava ali antes de mim: estava nos corpos, nas palavras, nos silêncios, na memória e na ancestralidade daqueles artistas.


O elenco reunia atores de alguma experiência, entre eles Kal Santos, Beto Magalhães e Ana Sacramento. Eles não entravam em cena apenas para representar. Entravam para ocupar. O palco, naquele momento, era também território de identidade, resistência e afirmação.


O Palmares Iñaron – Teatro, Raça e Posição, criado em 1976, não era apenas um grupo teatral. Seu próprio nome já era uma tomada de posição. Em plena ditadura, falar de racismo, exploração, imperialismo e identidade negra era também desafiar o silêncio imposto à sociedade.


Mas aquela história não começava conosco.


Antes, havia Mário Gusmão, pioneiro da cena negra baiana e primeiro ator negro formado pela Escola de Teatro da UFBA. Sua trajetória no teatro, na dança e no cinema abriu caminhos para muitos que vieram depois. Mário foi mais que um grande artista: foi uma ponte entre gerações, uma presença que ajudou a transformar a ausência em possibilidade.


E essa história continuaria a se multiplicar.


Antônio Pitanga, também formado pela Escola de Teatro da UFBA, atravessaria o teatro e o Cinema Novo levando consigo uma presença negra que já não aceitava permanecer atrás das grades — imagem que marca sua própria juventude, quando ainda não podia frequentar determinados espaços teatrais de Salvador.


Depois viriam outras gerações e outras linguagens: Rai Alves, Luís Miranda, Lázaro Ramos e tantos outros artistas negros que ampliaram os caminhos abertos por aqueles que vieram antes.


Não são a mesma história. Não pertencem ao mesmo tempo. Mas fazem parte de uma mesma corrente.


Porque uma tradição não é uma fotografia.


É um rio.


Enquanto o Palmares Inaron ocupava os palcos, Salvador também ocupava as ruas. O surgimento dos blocos afro, especialmente o Ilê Aiyê, fazia ecoar no carnaval aquilo que o teatro afirmava em cena: a beleza negra, a ancestralidade, a memória e o direito de contar a própria história.


Teatro e rua.

Palco e tambor.

Palavra e corpo.


Tudo parecia fazer parte de uma mesma respiração.


Quando hoje penso em Usura Corporation, não lembro apenas de uma montagem dos anos 70. Lembro de uma cidade que começava a se olhar no espelho e a recusar o reflexo que lhe haviam imposto.


Lembro de Godi.

De Lia.

De Kal, Beto e Ana.

E, por trás deles, vejo Mário Gusmão, Antônio Pitanga e tantos outros que abriram caminhos.


Vejo também os que vieram depois.


E compreendo que talvez essa seja a verdadeira história: uma chama que passa de mão em mão.


Mário acendeu uma parte dela. Outros a carregaram. O Palmares Iñaron transformou-a em teatro. Os blocos afro levaram o fogo para as ruas. E novas gerações receberam essa mesma chama, acrescentando suas próprias cores à luz.


Os palcos podem ser desmontados.


Os cenários desaparecem.


As luzes se apagam.


Mas aquilo que um artista acende dentro de outro não se apaga.


Talvez seja essa a maior herança daqueles anos: descobrir que a arte pode sobreviver ao tempo porque ela não mora apenas nos palcos. Mora na memória de quem viu, no corpo de quem participou, na voz de quem contou e, sobretudo, naqueles que vieram depois.


Hoje, quando olho para trás, percebo que Usura Corporation foi apenas uma cena de uma história muito maior.


Uma história que começou antes de nós e continuou depois.


Uma história feita de homens e mulheres que, muitas vezes, precisaram transformar o próprio corpo em território de resistência.


E talvez seja por isso que ainda consigo ouvir aquela música.


Ela vem de longe.


Vem de Mário Gusmão.


Vem de Pitanga.


Vem de Godi e Lia.


Vem de Kal, Beto e Ana.


Vem dos tambores do Ilê.


Vem de todos aqueles que fizeram da arte uma maneira de existir.


E continua chegando até nós.


Porque algumas cortinas, quando se fecham, não encerram o espetáculo.


Elas apenas escondem o palco por alguns instantes.


E quando a luz volta — anos depois, décadas depois — descobrimos que o palco ainda está lá.


E que a nossa história ainda está em cena. 

Por Jorge Papapá


Hospital São Vicente


 

1ª Feira Agro Conexões em Itapitanga, um evento pensado.

  

Para  conectar produtores, gerar renda e valorizar a cultura do campo


Itapitanga - BA.* De *28 a 30 de agosto*, a *Praça Brasilino José dos Santos* vai virar o coração do agronegócio e da agricultura familiar da região. É a 1ª Feira Agro Conexões*, uma realização da ASCOMP - Associação Comunitária Pontal do Sul e Norte de Itapitanga*, com apoio do *Governo Federal - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento* e da *Rádio Pontal FM*.

Pensado para conectar quem produz com quem consome, o evento chega para *impulsionar a economia local e celebrar a identidade do povo de Itapitanga*.

*O QUE VAI ROLAR NA FEIRA:*

O público vai encontrar 3 dias de muita troca, aprendizado e cultura:

💠 Conhecimento no Campo*  

Palestra técnica sobre *produção, seleção de mudas e manejo do Cacau* - do plantio à colheita.  

Cursos e *oficinas para o empreendedorismo rural*, focadas em qualificar e gerar renda.

💠 Serviços e Incentivos*  

Emissão de CAFs* - Cadastro da Agricultura Familiar.  

Distribuição gratuita de mudas* de Cacau, mandioca e frutíferas.  

Distribuição de alevinos* para fortalecer a piscicultura na região.

💠 Cultura, Lazer e Negócios*  

Música ao vivo* para animar os dias.  

Artesanato local* valorizando o talento dos artesãos de Itapitanga.  

Apresentações de teatro* para toda a família.  

Exposição de produtos, equipamentos e animais* com as principais novidades do setor.

SERVIÇO:

1ª Feira Agro Conexões - Itapitanga*  

Data:* 28 a 30 de agosto de 2026  

Local:* Praça Brasilino José dos Santos - Centro, Itapitanga - BA  

Entrada:* Gratuita  

Realização:* ASCOMP  

Apoio:* Governo Federal - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Rádio Pontal FM

Salve a data e chama a família! A Feira Agro Conexões é o momento de plantar conhecimento, colher oportunidades e fortalecer a nossa terra. 🤝



Edson Gomes recebe alta

                                                                                  



O artista obteve uma boa evolução clínica e após a saída do hospital deve permanecer com o acompanhamento ambulatorial O cantor baiano Edson Gomes, um dos maiores nomes do reggae nacional, recebeu alta hospitalar na manhã deste sábado (8) pelo Hospital Emec, em Feira de Santana. 

Ele estava internado desde a última segunda-feira (3), quando deu entrada na unidade de semi-UTI, em razão da diabetes, que apresentou níveis glicêmicos elevados.

Ao médico nefrologista Getúlio da Silva Barbosa, que realizou o acompanhamento do artista, informou que, além da diabetes, Edson Gomes também realizou o tratamento para hipertensão arterial e nefropatia diabética crônica agudizada, que retornou ao normal após a boa evolução do quadro de saúde.

Durante a semana, no entanto, o artista obteve uma boa evolução clínica e após a saída do hospital deve permanecer com o acompanhamento ambulatorial das comorbidades.

Agenda de shows será mantida

A Assessoria de Comunicação do artista informou na última quinta-feira (6) que a agenda de shows do artista seria mantida, uma vez que Edson Gomes está bem, consciente e estável, fora de qualquer risco.


Após tranquilizar os fãs, a equipe confirmou que o ícone do reaggae irá retomar as apresentações a partir deste domingoAgenda de shows será mantida

A Assessoria de Comunicação do artista informou na última quinta-feira (6) que a agenda de shows do artista seria mantida, uma vez que Edson Gomes está bem, consciente e estável, fora de qualquer risco.

Após tranquilizar os fãs, a equipe confirmou que o ícone do reggae irá retomar as apresentações a partir deste domingo (9)

Apresentação solo na Concha Acústica

Antes de apresentar problemas de saúde e ser internado em Feira de Santana, o cantor, com mais de 40 anos de carreira e visto como referência nacional do reggae, realizou no domingo (2), pela primeira vez, uma apresentação solo no teatro da Concha Acústica, em Salvador.

O evento foi um marco para a trajetória do artista e celebrou sua contribuição para a Música Popular Brasileira (MPB).


Fonte (Acorda Cidade )

Dia da Advcacia - 11 de agosto

⚖️ *11 DE AGOSTO | DIA DA ADVOCACIA*

✊🏿 QUANDO O DIREITO ENCONTRA A ANCESTRALIDADE

Hoje celebramos a Advocacia.

Mas, em Ilhéus, Bahia, essa data pode nos provocar uma pergunta ainda mais profunda:

*QUEM FORAM AS PESSOAS NEGRAS QUE ABRIRAM CAMINHO NO DIREITO EM NOSSO TERRITÓRIO?*

A história oficial da advocacia brasileira começa a ser marcada, em 1827, pela criação dos dois primeiros cursos jurídicos do país: em São Paulo e em Olinda.

Mas a presença negra na construção do Direito brasileiro possui uma história muito mais antiga e potente.

🔥 *LUIZ GAMA*

Nascido em Salvador, em 1830, negro, filho de Luíza Mahin e vítima da escravização, Luiz Gama tornou-se uma das maiores vozes da luta pela liberdade.

A OAB da Bahia o reconhece como o primeiro advogado negro da Bahia.

Nos tribunais, utilizou o conhecimento jurídico como instrumento de libertação e estima-se que tenha contribuído para libertar centenas de pessoas negras escravizadas. 

✊🏿 E ANTES DELE, UMA MULHER NEGRA JÁ ESCREVIA SOBRE DIREITO E LIBERDADE.

*ESPERANÇA GARCIA.*

Mulher negra escravizada no século XVIII, Esperança escreveu uma petição ao governador do Piauí denunciando violências, separações familiares e as condições impostas às pessoas escravizadas.

Em 2022, o Conselho Federal da OAB reconheceu oficialmente *Esperança Garcia como a primeira advogada brasileira.*

Sua história nos ensina algo poderoso:

 *O Direito também nasce da resistência de quem ousou escrever, denunciar e exigir justiça quando quase ninguém queria ouvir.* 

🌊 *E EM ILHÉUS?*

Nossa cidade também possui *uma história negra* que precisa ser pesquisada, registrada e reconhecida.

*Há memórias locais sobre a presença de advogados negros pioneiros na história jurídica de Ilhéus,* mas ainda precisamos localizar documentos, registros da OAB, jornais antigos, arquivos judiciais e relatos familiares para identificar com segurança quem foi o primeiro advogado negro de Ilhéus.

E talvez essa seja justamente a pergunta que precisamos fazer neste 11 de agosto:

*QUEM FOI O PRIMEIRO ADVOGADO NEGRO DE ILHÉUS?*

Quem conhece essa história?

Quem possui uma fotografia?

Um documento?

Um nome guardado na memória da família?

Conte nos comentários.

Porque memória que não é registrada pode desaparecer.

*E memória negra também é patrimônio.*

JUSTIÇA COM HUMANIDADE.

JUSTIÇA COM EQUILÍBRIO.

JUSTIÇA COM DIGNIDADE.

JUSTIÇA COM ANCESTRALIDADE.

⚡ *XANGÔ É JUSTIÇA!*

Que o Direito seja instrumento de defesa dos direitos humanos, combate ao racismo e construção de uma sociedade verdadeiramente democrática.

E QUE A HISTÓRIA NEGRA DE ILHÉUS TAMBÉM ENTRE PARA OS LIVROS.

Você sabe quem foi o primeiro advogado negro de Ilhéus?

👇 Escreva o nome nos comentários ou marque alguém que possa saber.

Vamos pesquisar.

Vamos ouvir os mais velhos.

Vamos encontrar os documentos.

Vamos reconstruir essa história.

Porque ancestralidade também é justiça.

INSTITUTO OPAXORÔ

AMA — Ancestralidade, Memória e Arte

@institutoopaxoro

📱 WhatsApp: 71 99981-2303


#DiaDaAdvocacia #DiaDoAdvogado #IlhéusBA #Ilhéus #AdvocaciaNegra #Direito #Justiça #Xangô #Ancestralidade #MemóriaNegra #HistóriaNegra #LuizGama #EsperançaGarcia #Bahia #SulDaBahia #InstitutoOpaxorô #AncestralidadeMemóriaEArte

AEROPORTO DE SALVADOR ULTRAPASSA OITO MILHÕES DE PASSAGEIROS EM 2025

  O Aeroporto de Salvador superou a marca de oito milhões de passageiros na última semana de 2025, consolidando a retomada do setor aéreo e ...